segunda-feira, 24 de novembro de 2008




Quântica, calma e dialética
Ela olhou ele nos olhos
E virando o rosto ao vento que soprava
Em silêncio disse o que lhes era essencial
Beijando-o com a força de um amor atemporal

2 comentários:

indigente disse...

hilário e romântico
cade os protestos?
hehehhe
o amor singular é ilusório
é uma droga, droga mesmo no sentido de carck coicaina e derivados. o amor plural é tão mais bonito =)

indigente disse...

há e eu to sem msn
tem orkut não?